Esta música é um Hino a mim Calígula, acredito que em um futuro próximo a banda The Cure será colocada muito por aqui.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
0Lost (perdido) - The Cure
Postado por
Caligula Scipio
às
17:21
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Na cabeça desse estranho apaixonado
aguentando, desisitiu
Para outro sob o desbotado sol poente
E eu me pergunto aonde estou..
Ela poderia fugir com ele?
Tão feliz e tão jovem
E eu encaro
Enquanto eu canto com a voz perdida de um estranho apaixonado
Sem tempo, deixando ir
Em outro mundo que gira por ai por diversão
E eu me pergunto aonde estou..
Ele poderia perguntar a ela porque?
Tão feliz e tão jovem..
E eu encaro.. mas..
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
No coração desse estranho apaixonado
aguentando desisitiu
Para outro sob o desbotado sol poente
E eu não estou bem certo de onde estou..
Ele realmente poderia afastar-se?
Tão feliz e tão jovem
E eu encaro
Enquanto eu me exausto da paixão de um estranho apaixonado
Deixando o tempo ir
Nesse outromundo que gira por ai por alguém
E eu não estou bem certo de onde estou..
Ela poderia saber que isso era uma mentira?
Tão feliz e tão jovem
E eu encaro.. mas..
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Na alma de um estranho apaixonado
Sem controle sobre alguém
Para outro sob o desbotado sol poente
E eu não sei aonde estou..
Ela deveria lhe pedir para perdoar?
Tão feliz e tão jovem..
E eu encaro
Enquanto eu sobrevivo a história de um estranho apaixonado
Acordando, continuando
Num mundo que gira por ai arruinado
E eu não sei aonde estou..
Ela realmente deveria dizer adeus?
Tão feliz e tão jovem
E eu encaro.. mas..
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu não consigo me achar
Eu me perdi em outro alguém.
0
Solidão
Postado por
Caligula Scipio
às
00:07
Estás todo em ti, mar, e, todavia,
como sem ti estás, que solitário,
que distante, sempre, de ti mesmo!
Aberto em mil feridas, cada instante,
qual minha fronte,
tuas ondas, como os meus pensamentos,
vão e vêm, vão e vêm,
beijando-se, afastando-se,
num eterno conhecer-se,
mar, e desconhecer-se.
És tu e não o sabes,
pulsa-te o coração e não o sente...
Que plenitude de solidão, mar solitário!
Juan Ramón Jiménez, in "Diario de Un Poeta Reciencasado"
Tradução de José Bento
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O Meu Recolhimento
Postado por
Caligula Scipio
às
00:03
Vou me recolher, não aguento mais isso
Quero Ficar sozinho, por favor, não fique comigo
Estou melhor assim, na escuridão total do que em um pouco de luz
E o pouco de luz que me resta, está se apagando
O Frio intenso esta melhor para mim, do que pessoas.
Calígula Scipio
19 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
2Instintos
Postado por
Caligula Scipio
às
18:20
O ser humano é cruel por natureza e isso não é um defeito, é apenas a nossa forma mais pura, somos animais e possuímos instintos, são eles que nos mantêm vivos, eles nos protegem e nos tornam mais fortes a cada instante.
Quando passamos a castrar a nossa verdadeira imagem nos tornamos seres vazios e sem perspectiva. Por exemplo, o medo. O que é o medo? É o instinto que mais nos motiva a sobreviver e a continuar avançando e evoluindo, a ausência do medo nos faz ficar-nos na inércia. Perdemos aquilo que nos motiva a continuar avançando, sem o medo seriamos vulneráveis. Por exemplo: Quando trabalhamos nos temos medo, medo de um chefe, de ganhar o nosso salário e ele ser suficiente para pagar nossas contas, trabalhamos pela nossa sobrevivência. Quando perdemos o medo, entramos em inércia, não evoluímos e estacionamos no tempo.
Todos os nossos instintos e sentimentos nos impulsionam para a evolução, mas a castração deles, por algum motivo moral ou religioso pode ser um risco para a própria sobrevivência. Mas a moral deve ser construída por nós e não ser retirada de religiões e pela sociedade, pois cada individuo tem que se preocupar com sua sobrevivência. A sociedade continuara da mesma maneira com ou sem alguma pessoa, ela não se importa com o individuo, no final nenhuma religião e sociedade vai se modificar por uma pessoa. Continuara girando e se tornando mais suja a cada instante.
Calígula Scipio
16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
0The Carnival Is Over (O Carnaval Acabou) - Dead Can Dance
Postado por
Caligula Scipio
às
23:48
Esta é um grupo que tenho enorme respeito e suas músicas são quase uma porta para nosso interior em minha opnião. Após o video segue a tradução.
O Carnaval Acabou
Lá fora
O aglomerado de nuvens de uma tempestade
Se moveu silenciosamente pelo boulevard empoeirado
Onde flores erguem suas frágeis hastes
Então elas podem por sua vez
Tocar o céu e beijá-lo
Elas são movidas por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
Alguém está chamando
Eu me lembro de quando você segurou minha mão
No parque nós brincaríamos quando o circo veio à cidade
Olhe! Bem aqui
Lá fora
O aglomerado do circo
Se moveu silenciosamente pelo pelo boulevard molhado
A procissão já passou, a gritaria terminou
Os estranhos talentosos já estão deixando a cidade
Ekes são movidos por um estranho desejo
Invisível aos olhos humanos
O carnaval terminou
Nós sentamos e observamos
Assim como a lua ergueu-se ao céu novamente
Pela primeira vez
0
A Tempestade
Postado por
Caligula Scipio
às
23:33
Lá fora a tempestade chega ao solo com uma leveza atormentadora, as luzes se apagam. A solidão começa a pesar e nos lembramos de tantas coisas, elas se tornam tão terríveis, fatos isolados que nos torturam de uma maneira dolorosa. Tentamos esquecer tudo, não conseguimos, ficamos imóveis com múltiplas imagens aparecendo em nossas cabeças, os sentimentos se confundem, estamos impotentes.
Amamos a tempestade, ela nos acolhe, pois nem nós mesmos conseguimos isso, nossas lagrimas não são tão fortes como as da tempestade. Achamos que devemos ficar isolados, não merecemos ninguém, tentamos nos manter firmes e não conseguimos. Pensamos em tentar nos relacionar com o mundo lá fora, ficamos mais decepcionados, pois todas as nossas recordações voltam mais fortes, mais dolorosas.
Calígula Scipio
16 de fevereiro de 2011
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Ne Me Quitte Pas (Não me Deixe)
Postado por
Caligula Scipio
às
02:55
Música composta por Jacques Brel, foi interpretada por muitos artistas. Esta é a versão interpretada por Maysa.
Não Me Deixe
Não me deixe
Devemos esquecer
Tudo pode ser esquecido
Que já tenha passado
Esquecer os tempos
Dos mal-entendidos
E os tempos perdidos
Tentando saber como
Esquecer as horas
Que as vezes mataram
Com sopros de porque
O coração de felicidade
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Eu vou te oferecer
Pérolas de chuva
Que vêm dos países
Onde não chove
Eu vou cavar a terra
Até a minha morte
Para cobrir teu corpo
De ouro e luzes
Eu farei uma terra
Onde o amor será rei
Onde o amor será lei
Onde tu serás rainha
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Eu inventarei
Palavras sem sentido
Que tu compreenderás
Eu te falarei
Sobre os amantes
Que viram duplamente
Seus corações incendiarem-se
Eu te contarei
A história deste rei
Morto por não poder
Te reencontrar
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Nós freqüentemente vemos
Renascer o fogo
Do vulcão antigo
Que pensamos estar velho demais
Nos é mostrado
Em terras que foram queimadas
Nascendo mais trigo
Do que no melhor abril
E quando vem a noite
Com um céu flamejante
O vermelho e o negro
Não se casam
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Não me deixe
Eu não vou mais chorar
Eu não vou mais falar
Eu me esconderei lá
Para te contemplar
A dançar e sorrir
E para te ouvir
Cantar e então rir
Deixa que eu me torne
A sombra da tua sombra
A sombra da tua mão
A sombra do teu cachorro
Não me deixe
Acredito que não precisará de nenhum texto ou descrição, a música ja transmite tudo que possamos sentir.
